brasília fléshi béqui, parte 2
Alerta: leia a parte 1 abaixo.. aproveita e leia o jantar na zel que também foi legal :-)
Bom, após o almoço
grãfin com os meus pais, meu pai me deixou dirigir a banheira (Omega Suprema), eu dei uma volta um pouco mais comprida, e passei na QL 10 do Lago Sul, entrei na rua da Thaís, da 8a. série (longa história, outro dia, quem sabe)... o velho Monza
BE3655 não está mais lá, mas foi engraçado rever esses lugares assim mesmo.
Voltamos para a casa dos meus pais aprox. às 16:00, ficamos descansando alguns minutos, e depois eu peguei um táxi para ir até o Núcleo Bandeirante (NB) de novo, pois minhas roupas estavam todas lá, e o casório era às 19:45... ah! e a ventania que eu vi era uma tempestade de verão se aproximando pelo Norte.
O táxi pegou o Eixão, caiu aquela tempestade mostruosa. Eu não sabia o endereço no NB, e o cara pegou a entrada errada, então acabamos nos perdendo por alguns instantes lá dentro, mas no fim eu achei a rua da Vivi outra vez. Devia ser umas 18:00. O Adriano, amigo da Vivi de São Lourenço - MG, que está rachando o quarto comigo já estava começando a se preparar para o casório.
Após alguns chiliques do pai da noiva, com a chuva e com o
quem-vai-em-que-carro, aprendi que num casório, não fique com a família da noiva, fique com o pessoal do noivo. O pessoal da noiva sempre fica mais estressado... fazer o quê.
casório: entrei na Igreja D. Bosco (uma das mais phoderosas de Brasília), e logo vi o Daniel Ducci, o terceiro cavaleiro do Apocalipse, com a namorada que não fala muito... vi o Rafael a.k.a. Colgate a.k.a. Colgas a.k.a. Guy du Monjoy a.k.a. Touro Sentado (não essa eu inventei agora... :-))). Sentei num banco com o Daniel e a namorada, começamos a cascar um pouco e, de repente vem a Sheila Cartaxo, do 3o. E no colégio, caminhando na nossa direção... que susto legal :-) Ela fica
bem melhor sem aquele aparelho nos dentessshshhhhshsh. Também apareceu lá depois o Rafael Scalia Vasconcelos, que para mim era o Vasconcelos, mas no ICQ é o Scalia.
Bom, o Alysson entrou na igreja ao som da marcha de condecoração do Episódio IV do Star Wars, e eu comecei a imitar o Chewbacca em altos brados, para horror e espanto da velhinha no banco de trás, e para o embaraço da Sheila :-P
O casório foi aquele pé no saco tradicional, até que a morte os separe, marido e mulher, piadas de enforcamento com a gravata,
agora que vocês contraíram o matrimônio, etc... Saí de lá com o Ducci e fomos seguindo o Colgate até o lugar da festa, pois a gente não sabia onde era.
festa: Chegamos lá, tudo molhado da chuva, ainda pingando...o irmão do Alysson me cumprimentou, eu não lembrava mais dele. A irmão do Alysson, Aline, me cumprimentou, eu também não me lembrava mais dela. Conheci o Fabrício, que inclusive tem um site de quadrinhos bem legal o
Sopa de Mamute, ele já é amigo do Ducci e da turma lá em Brasília faz um puta tempo, eu já havia ouvido falar dele. O Fabrício me pôs para conversar com o Eduardo, que fez da 5a. até a 8a. série na emsma sala que eu, no Maristinha, e ele estava com a mesma cara, só agora sem o óculos versão vermelha do Daniel Azulai. Ele também se lembra de mim lendo os livros de ficção da série Perry Rhodan nas aulas de Português da Profa. Aparecida.
Rolou aquele berê-party, olha só, haha, hehe, hihi, hoho... mais na saída, conversei mais com a Aline, irmã do Alysson, e até rolou um lance ali, sabe quando você sabe que quer estar ali, e acho que nós dois sentimos isso, e foi legal. Ela mora em Araçatuba (putaquepariu, Hermes), fez Odonto e abriu consultório pro lá mesmo. Talvez ela venha pra Sampa em Janeiro pra um evento de Odonto, eu pedi pra ela me procurar. Sabe quando você abraça alguém e você se sente completamente à vontade ali naquele abraço? Foi assim.
day after: Bom, depois disso um dos parentes da Vivi me deu carona de volta pra casa, fui direto pra cama, desliguei a chave geral, acordei no dia seguinte. O Seu Clóvis, pai da Vivi apareceu por lá e disse que ia na casa do Alysson e da Vivi, eu pedi pra ir junto, fomos os dois pra lá e eu conheci a casa nova do Alysson:
ducaralho!!! Puta casa enorme, ainda com um outro andar em cima, com terracinho pra tomar um sol, uma sala de festa... muito dez!!
Voltamos e depois ele acabou me dando uma carona outra vez, só que agora eu estava já de mala e cuia indo para a casa dos meus pais, porque sair de lá pra pegar o avião ia ser bem menos enrolado que lá da casa da parentada da Vivi. No caminho, o Seu Clóvis e a Dona Ângela (desta vez ela veio junto) ainda precisaram pasasr na Rodoferroviária, onde a Vivi e o Alysson estavam embarcando no busão pra Ilhéus (putz, por que não foram de avião??...) E lá, tá rááá, estava a Aline de novo, e a gente já se grudou outra vez e isso parecia tão bom e tão natural. Acho que estou entrando em
modus babantis outra vez!?
Na casa dos meus pais eu almocei, minha mãe preparou o seu lendário strogonoff dela, ficamos de lezêra um tempão, então liguei para a Joanna e para o Daniel. O Daniel tava ocupado, disse para ligar depois. A Joanna estava saindo para a academia, para malhar.
Santa frescura, Batman!!! Ir para academia de domingo???? Sei lá: cada um, cada um.
Lá pelas 18:00 a Joanna liga, e agente combina de se encontrar no aeroporto. Fui pra lá, estava naquela fila imensa da
GOL linhas aéreas intermitentes. Sabe quando você tema impressão que a outra pessoa não tem muita coisa pra contar? Eu fiquei com essa sensação... espero que eu esteja errado.
Tomamos um café nós 4, eu a Joanna e meus pais, e logo depois eu embarquei. Feliz, pois Brasília ainda tem um pouco de mim. Feliz pois Brasília ainda me trouxe boas lembranças e a alegria dos meus bons amigos. Feliz, pois o carinho da Aline trouxe de volta o carinho meu para a superfície.